Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem com bastante idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo, seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras: num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino que era a outra margem.
Então, o barqueiro, disse ao viajante: esse ponto se chama auto confiança. É preciso ACREDITAR e AGIR para que possamos alcança-la.
Prof. Marcos,
ResponderExcluirSensacional, adorei, você tem muito bom gosto!
Um abraço
Emilia
Muito bom mesmo!!!!! É verdade só acreditar não adianta temos que agira também....Sensacional!!!!Como sempre trazendo-nos histórias para ajudar-nos no dia-dia.
ResponderExcluirObrigada,
Rosana, Emília,
ResponderExcluirSe nos parece que algo ilógico está acontecendo, não significa que alguém criou um mundo ilógico e o está impingindo a nós. Somos nós próprios que estamos pintando o nosso mundo com a cor chamada ilógica. No mundo de Deus não existe nada que seja ilógico ou injusto. Tudo que ocorre ao nosso redor são imagens ilusórias, que nós próprios criamos com o poder da palavra.
Concordo com vc professor! Os seres humanos infelizmente são capazes de criar imagens ilusórias de si propria.
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