sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Desiderata - Max Ehrmann*
Viva tranqüilamente, por entre a pressa e os ruídos, e lembre-se de quanta paz há no silêncio. Tanto quanto possível, sem se render, esteja em bons termos com as pessoas.
Diga sua verdade calma e claramente, e ouça os outros, mesmo os mais medíocres e ignorantes – eles também têm a sua história.
Evite as pessoas espalhafatosas e agressivas, pois essas são um insulto ao espírito. Não se compare com os outros, para não se tornar vaidoso ou amargo, e saiba: sempre haverá pessoas melhores e piores que você. Desfrute tanto de suas realizações quanto de seus planos.
Cultive seu trabalho, mesmo que ele seja humilde; esse é um bem real, frente às variações da sorte. Seja cauteloso em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso o torne cego para a virtude, que esta sempre presente esatá; muitas pessoas lutam por ideais nobres e, por toda parte, a vida é sempre exemplo de heroísmo.
Seja sempre você mesmo. E sobretudo nunca finja afeição. Nem seja cínico em relação ao amor, pois, apesar de toda a aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude. Fortaleça seu espírito para que ele possa protegê-lo diante de uma súbita infelicidade. Não antecipe sofrimentos pois muitos temores são apenas fruto do cansaço e da solidão. Mesmo seguindo uma disciplina rigorosa, seja leniente consigo.
Você é filho do Universo, tanto quanto as árvores e as estrelas; e tem o direito de estar aqui. E mesmo que isso não seja muito claro para você, não tenha dúvida de que o Universo segue na direção certa.
Portanto, esteja em paz com DEUS, não importa a maneira como você O concebe, e sejam quais forem as suas lutas e aspirações, na terrível confusão que é a vida, fique em paz com sua alma.
Pois, apesar de toda a falsidade e sonhos desfeitos, este ainda é um lindo mundo. Seja cauteloso. Lute para ser feliz.
~~~~
* Max Ehrmann, poeta e advogado escreveu este texto em 1927.
Diga sua verdade calma e claramente, e ouça os outros, mesmo os mais medíocres e ignorantes – eles também têm a sua história.
Evite as pessoas espalhafatosas e agressivas, pois essas são um insulto ao espírito. Não se compare com os outros, para não se tornar vaidoso ou amargo, e saiba: sempre haverá pessoas melhores e piores que você. Desfrute tanto de suas realizações quanto de seus planos.
Cultive seu trabalho, mesmo que ele seja humilde; esse é um bem real, frente às variações da sorte. Seja cauteloso em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso o torne cego para a virtude, que esta sempre presente esatá; muitas pessoas lutam por ideais nobres e, por toda parte, a vida é sempre exemplo de heroísmo.
Seja sempre você mesmo. E sobretudo nunca finja afeição. Nem seja cínico em relação ao amor, pois, apesar de toda a aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude. Fortaleça seu espírito para que ele possa protegê-lo diante de uma súbita infelicidade. Não antecipe sofrimentos pois muitos temores são apenas fruto do cansaço e da solidão. Mesmo seguindo uma disciplina rigorosa, seja leniente consigo.
Você é filho do Universo, tanto quanto as árvores e as estrelas; e tem o direito de estar aqui. E mesmo que isso não seja muito claro para você, não tenha dúvida de que o Universo segue na direção certa.
Portanto, esteja em paz com DEUS, não importa a maneira como você O concebe, e sejam quais forem as suas lutas e aspirações, na terrível confusão que é a vida, fique em paz com sua alma.
Pois, apesar de toda a falsidade e sonhos desfeitos, este ainda é um lindo mundo. Seja cauteloso. Lute para ser feliz.
~~~~
* Max Ehrmann, poeta e advogado escreveu este texto em 1927.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Sobre a compreensão da simplicidade - Por Marcos Antonio Gagliardi Cascino
É particularmente interessante o que podemos observar na mídia, nas canções, nos filmes, em novelas ou seriados a respeito da felicidade. Propogandas, financiamentos, parcelas reduzidas e taxa “zero” constituem o imaginário daqueles que entendem que “ser” corresponde ao “ter”. Dizem os incautos: “Quando eu tiver tal coisa, então serei feliz. Tudo o que eu quero é simples”.
Bem, é visível e também risível a afirmação. O que podemos entender por uma realidade ou uma vida simples?
Ser simples é um dos meios mais eficazes para se aproximar da felicidade. Ser simples é conduzir (e não arrastar, carregar, empurrar ou postergar) a vida como ela é, descomplicar o dia a dia, afastar-se do consumismo. Ser simples é despoluir a mente, ter tempo (= arrumar tempo) para fazer o que tem que ser feito e com.......alegria! Simplicidade é ter tempo para olhar a lua, reparar em uma flor que não estava lá ontem, sentir o vento, escutar os pássaros em uma metrópole, sonhar com o amanhã...
Ser simples é ser feliz, pois felicidade é um estado de espírito e todos nós estamos neste mundo, nesta experiência humana, para sermos felizes.
Ser simples é viver um dia de cada vez, com intensidade, com amor, como se fosse o único. Ser simples é tornar o perdão um ato tão simples como o respirar, é compartilhar, é preencher a mente com pensamentos positivos.
Ser simples é ser homem de uma única mulher, ter orgulho de seus filhos, fazer bem feito o que se propõe a fazer, realizar um sonho. Ver-se em uma aventura....não sonhada!
Ser simples é deixar o passado onde ele deve estar. É planejar o futuro e viver o presente. Aliás, o termo “presente” significa presença, estar presente. Devemos valorizar o presente com a nossa presença de atenção, observação, cumplicidade e vontade.
Precisamos entender a diferenciar termos e idéias, discutirmos essências e não conveniências. Um equívoco muito freqüente encontra-se nas palavras “alegria” e “felicidade”. Precisamos entender que a alegria é um estado emocional. Uma piada, uma brincadeira, uma tarde animada podem deixar uma pessoa alegre. Como um estado assentado em emoções, o mesmo é passageiro. Uma preocupação, uma tarefa de maior responsabilidade ou um momento de tensão podem alterar o quadro de humor.
Ora, a felicidade é um estado atitudinal e não um estado emocional. Embora quem seja feliz pode estar alegre, falamos de realidades distintas.
A felicidade é um estado focado na razão e nos valores porque está sedimentada em atitudes. Ser feliz significa valorizar quem eu sou, o que eu já conquistei e a construção dos meus projetos. Porque eu sou feliz então eu caso, tenho filhos, mudo de bairro, inicio o curso de dança, resolvo aprender a andar de bicicleta, opto por escrever um livro... A felicidade está no âmbito das decisões tomadas, assim como a alegria está no âmbito da condução destas decisões.
Talvez esta seja a simplicidade em seu segredo que na verdade não tem nada de misterioso. Nós é que complicamos demais a vida. Pensemos nisto e sejamos felizes.
Bem, é visível e também risível a afirmação. O que podemos entender por uma realidade ou uma vida simples?
Ser simples é um dos meios mais eficazes para se aproximar da felicidade. Ser simples é conduzir (e não arrastar, carregar, empurrar ou postergar) a vida como ela é, descomplicar o dia a dia, afastar-se do consumismo. Ser simples é despoluir a mente, ter tempo (= arrumar tempo) para fazer o que tem que ser feito e com.......alegria! Simplicidade é ter tempo para olhar a lua, reparar em uma flor que não estava lá ontem, sentir o vento, escutar os pássaros em uma metrópole, sonhar com o amanhã...
Ser simples é ser feliz, pois felicidade é um estado de espírito e todos nós estamos neste mundo, nesta experiência humana, para sermos felizes.
Ser simples é viver um dia de cada vez, com intensidade, com amor, como se fosse o único. Ser simples é tornar o perdão um ato tão simples como o respirar, é compartilhar, é preencher a mente com pensamentos positivos.
Ser simples é ser homem de uma única mulher, ter orgulho de seus filhos, fazer bem feito o que se propõe a fazer, realizar um sonho. Ver-se em uma aventura....não sonhada!
Ser simples é deixar o passado onde ele deve estar. É planejar o futuro e viver o presente. Aliás, o termo “presente” significa presença, estar presente. Devemos valorizar o presente com a nossa presença de atenção, observação, cumplicidade e vontade.
Precisamos entender a diferenciar termos e idéias, discutirmos essências e não conveniências. Um equívoco muito freqüente encontra-se nas palavras “alegria” e “felicidade”. Precisamos entender que a alegria é um estado emocional. Uma piada, uma brincadeira, uma tarde animada podem deixar uma pessoa alegre. Como um estado assentado em emoções, o mesmo é passageiro. Uma preocupação, uma tarefa de maior responsabilidade ou um momento de tensão podem alterar o quadro de humor.
Ora, a felicidade é um estado atitudinal e não um estado emocional. Embora quem seja feliz pode estar alegre, falamos de realidades distintas.
A felicidade é um estado focado na razão e nos valores porque está sedimentada em atitudes. Ser feliz significa valorizar quem eu sou, o que eu já conquistei e a construção dos meus projetos. Porque eu sou feliz então eu caso, tenho filhos, mudo de bairro, inicio o curso de dança, resolvo aprender a andar de bicicleta, opto por escrever um livro... A felicidade está no âmbito das decisões tomadas, assim como a alegria está no âmbito da condução destas decisões.
Talvez esta seja a simplicidade em seu segredo que na verdade não tem nada de misterioso. Nós é que complicamos demais a vida. Pensemos nisto e sejamos felizes.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sociedade da Falta de Concentração
SOCIEDADE DA FALTA DE CONCENTRAÇÃO
Tenho observado nas gerações mais novas, uma imensa dificuldade de concentração. Durante as aulas percebe-se claramente a atenção desviada, mesmo quando o assunto é de interesse e aplicação imediata. Um simples I-Phone transforma-se em dicionário, calculadora, tradutor, jornal, revista, correio, GPS, radio, DVD, máquina fotográfica e ... até um telefone ! A informação é obtida e circula de maneira muito rápida e fácil.
Diante desta constatação comportamental, é importantíssimo nos adequarmos às necessidades motivacionais desses jovens. O que eles querem?, o que eles buscam ?
Eles não convivem com os bastidores, pelo contrário, vivem o papel do dia a dia, no palco, sem medo, tomando decisões com tanta facilidade que nos assusta. Eles não esperam para fazer o que precisa ser feito. Vivem num mundo onde a procura da alegria ( ou a procura da felicidade?) , aparece como um dos valores mais dominantes.
E a escola como fica nesse contexto? E nós professores?
Esses jovens dão provas de uma crescente impaciência ante uma escola que lhes ofereça pouca alegria e ameaçam recusá-la de forma cada vez mais determinada. Está em jogo o papel que a escola deve desempenhar e talvez até mesmo sua sobrevivência como instituição educacional e social.
É chegada a hora de encararmos o problema de frente, e nos propor como objetivo principal, encontrar o caminho que propicie a reconciliação entre a escola e a alegria. Para que o aluno volte a sentir estímulo na sua convivência acadêmica será imprescindível partirmos de pressupostos básicos.
Alunos e professores deveriam pressupor que a educação ministrada por educadores proficientes não seja um amontoado de inutilidades na formação do homem e portanto que a sua finalidade seja fundamentada, que os conteúdos sejam cientificamente determinados, que a avaliação seja objetiva, que quem ensina seja realmente capaz de ensinar e sobretudo tenha vontade de fazer o que faz.
Marcos Antonio Cascino
cascinomarcos@italo.br
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Professores - por Marcos Antonio Cascino
Por ocasião dos anos 90 tive acesso a uma sátira de autor desconhecido que falava sobre educação. O título “A volta de um personagem do século XVIII ao Brasil” assim começava:
“Em pleno século XX, o Sr, Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVIII, voltou ao Brasil, e chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor Teixeira não conhecia ( poluição, telefone, avião, rádio, barato, metrô, televisão...). As roupas deixavam o professor Teixeira ruborizado. Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu então visitar uma igreja, mas que susto levou. O padre rezava a missa, não em latim, mas em português e de costas para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocava nas guitarras uma música estranha, ao invés do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava. Resolveu ainda visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram durante muitas horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola. Foi uma ideia sensacional porque quando lá chegou, sentiu o que procurava: tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: as carteiras uma atrás das outras, o professor falando, falando.... e os alunos escutando, escutando”.
Analisando hoje de maneira objetiva, constatamos que a sátira reproduz uma verdade que infelizmente acontece na educação contemporânea. Pior ainda, muitos professores ainda não entenderam que nos dias de hoje o produto que ele transmite tem prazo de validade. Quatro anos? Talvez até menos...
Precisamos sair da zona de conforto e entender que é imprescindível adequarmos a nossa fala em sala de aula se quisermos assumir de verdade a tão nobre profissão que é “ser professor”. Trabalhar com educação significa propiciar a transformação. Que outra profissão tem uma missão tão significativa?
Como professores, devemos urgentemente refletir e propor mudanças nos processos de avaliação, na postura em sala de aula, na valorização da cátedra, no envolvimento sério com as instituições em que trabalhamos, no estudo do que deve compor o nosso plano de ensino.... para que possamos verdadeiramente trabalhar com educação, com “trans + formação”, com a convicção de que compartilhar é o nosso grande objetivo.
“Em pleno século XX, o Sr, Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVIII, voltou ao Brasil, e chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor Teixeira não conhecia ( poluição, telefone, avião, rádio, barato, metrô, televisão...). As roupas deixavam o professor Teixeira ruborizado. Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu então visitar uma igreja, mas que susto levou. O padre rezava a missa, não em latim, mas em português e de costas para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocava nas guitarras uma música estranha, ao invés do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava. Resolveu ainda visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram durante muitas horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola. Foi uma ideia sensacional porque quando lá chegou, sentiu o que procurava: tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: as carteiras uma atrás das outras, o professor falando, falando.... e os alunos escutando, escutando”.
Analisando hoje de maneira objetiva, constatamos que a sátira reproduz uma verdade que infelizmente acontece na educação contemporânea. Pior ainda, muitos professores ainda não entenderam que nos dias de hoje o produto que ele transmite tem prazo de validade. Quatro anos? Talvez até menos...
Precisamos sair da zona de conforto e entender que é imprescindível adequarmos a nossa fala em sala de aula se quisermos assumir de verdade a tão nobre profissão que é “ser professor”. Trabalhar com educação significa propiciar a transformação. Que outra profissão tem uma missão tão significativa?
Como professores, devemos urgentemente refletir e propor mudanças nos processos de avaliação, na postura em sala de aula, na valorização da cátedra, no envolvimento sério com as instituições em que trabalhamos, no estudo do que deve compor o nosso plano de ensino.... para que possamos verdadeiramente trabalhar com educação, com “trans + formação”, com a convicção de que compartilhar é o nosso grande objetivo.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Professores Marcantes por Prof Marcos Antonio G. Cascino
É impressionante como a relação entre a quantidade de professores que tivemos em
nossa formação acadêmica e os que deixaram uma marca positiva, é tão pequena. Alguns
são lembrança viva do tempo que estiveram conosco; lembramos detalhes, fisionomias,
gestos, a voz, como se vestiam,......outros nem o nome fica gravado.
Estive pensando quantos passaram pela minha vida até então. Em uma breve contagem,
creio que por volta de 121 professores participaram de alguma forma na minha
formação acadêmica. Que me recordo positivamente? 5. Ou seja, menos de 4%.
Minha professora de primeiro ano primário, “Dona “ Aurora, uma pessoa autoritária,
que constantemente me puxava as orelhas, quando não me pegava pelos cabelos. Porém
me ensinou limites e disciplina; recordo dela com saudades. Lembro como se fosse
ontem da sua fisionomia, da sua voz marcante, do seu jeito simples de se vestir, do
seu sorriso, do seu dinamismo....da forma como me chamava.
Na oitava série ginasial, um professor de Língua Portuguesa. Professor Lazaro
Gonçalves, já maduro na idade, com uma dicção beirando a perfeição, sempre vestindo
um terno cinza impecável, com uma lousa perfeita e que através da exemplificação
tornava o conteúdo leve e de fácil fixação.
Cheguei a procurá-lo por duas vezes muito tempo depois. Para repassar um discurso
que faria, quando conclui o curso de matemática, e outra vez para consultá-lo sobre
a grafia do nome que daria a meu primeiro filho que acabara de nascer.
No ensino médio, o Professor Assad, que lecionava matemática, com o qual fiquei em
segunda época e por incrível que pareça me fez sentir uma das maiores emoções na
vida acadêmica até então, quando em Fevereiro de 1969, me chamou após a realização
da prova de segunda época e disse: o senhor esta aprovado... já pensou em ensinar
matemática? Naquele momento, começava meu sonho em tornar a matemática mais fácil de ser ensinada. Era muito sereno, amigo porém distante, nunca alterou sua voz, e
invariavelmente se apresentava com um jaleco branco sempre limpo e muito bem
passado.
Na faculdade tive 3 professores que norteiam minha vida profissional até os dias de
hoje. Gelson Iezzi que me marcou pela postura sempre serena, pelo respeito que
impunha sem imposições, pelo seu jaleco branco sempre impecável que sem nenhum
esforço o colocava na sua merecida cátedra, pela formatação da lousa em suas aulas,
(letra, administração do espaço, clareza) e pelo conhecimento pleno do conteúdo a
ser transmitido.
Outro que me recordo positivamente foi o Professor Scipione. Com ele aprendi a
importância da presença de palco. A entonação, a gesticulação, a postura, e também o
seu jaleco branco que lhe dava a chancela de ser um professor.
Porque tão poucos me trazem boas recordações? Aliás para ser mais preciso, me trazem
saudades!
O que trazem de comum estes personagens ?
Em uma breve análise, creio que marcaram pelo conhecimento pleno do conteúdo que
lecionavam, pela postura, pelo jeito simples porém preciso de comunicação, pela
linguagem coloquial, clara, direta, sem gírias, sem extravagancias, pela
indumentária que simbolizava o magistério, pela amizade, pelo respeito, pela
serenidade, por serem sonhadores, por terem como objetivo principal o “compartilhar”
e por amarem sua profissão.
nossa formação acadêmica e os que deixaram uma marca positiva, é tão pequena. Alguns
são lembrança viva do tempo que estiveram conosco; lembramos detalhes, fisionomias,
gestos, a voz, como se vestiam,......outros nem o nome fica gravado.
Estive pensando quantos passaram pela minha vida até então. Em uma breve contagem,
creio que por volta de 121 professores participaram de alguma forma na minha
formação acadêmica. Que me recordo positivamente? 5. Ou seja, menos de 4%.
Minha professora de primeiro ano primário, “Dona “ Aurora, uma pessoa autoritária,
que constantemente me puxava as orelhas, quando não me pegava pelos cabelos. Porém
me ensinou limites e disciplina; recordo dela com saudades. Lembro como se fosse
ontem da sua fisionomia, da sua voz marcante, do seu jeito simples de se vestir, do
seu sorriso, do seu dinamismo....da forma como me chamava.
Na oitava série ginasial, um professor de Língua Portuguesa. Professor Lazaro
Gonçalves, já maduro na idade, com uma dicção beirando a perfeição, sempre vestindo
um terno cinza impecável, com uma lousa perfeita e que através da exemplificação
tornava o conteúdo leve e de fácil fixação.
Cheguei a procurá-lo por duas vezes muito tempo depois. Para repassar um discurso
que faria, quando conclui o curso de matemática, e outra vez para consultá-lo sobre
a grafia do nome que daria a meu primeiro filho que acabara de nascer.
No ensino médio, o Professor Assad, que lecionava matemática, com o qual fiquei em
segunda época e por incrível que pareça me fez sentir uma das maiores emoções na
vida acadêmica até então, quando em Fevereiro de 1969, me chamou após a realização
da prova de segunda época e disse: o senhor esta aprovado... já pensou em ensinar
matemática? Naquele momento, começava meu sonho em tornar a matemática mais fácil de ser ensinada. Era muito sereno, amigo porém distante, nunca alterou sua voz, e
invariavelmente se apresentava com um jaleco branco sempre limpo e muito bem
passado.
Na faculdade tive 3 professores que norteiam minha vida profissional até os dias de
hoje. Gelson Iezzi que me marcou pela postura sempre serena, pelo respeito que
impunha sem imposições, pelo seu jaleco branco sempre impecável que sem nenhum
esforço o colocava na sua merecida cátedra, pela formatação da lousa em suas aulas,
(letra, administração do espaço, clareza) e pelo conhecimento pleno do conteúdo a
ser transmitido.
Outro que me recordo positivamente foi o Professor Scipione. Com ele aprendi a
importância da presença de palco. A entonação, a gesticulação, a postura, e também o
seu jaleco branco que lhe dava a chancela de ser um professor.
Porque tão poucos me trazem boas recordações? Aliás para ser mais preciso, me trazem
saudades!
O que trazem de comum estes personagens ?
Em uma breve análise, creio que marcaram pelo conhecimento pleno do conteúdo que
lecionavam, pela postura, pelo jeito simples porém preciso de comunicação, pela
linguagem coloquial, clara, direta, sem gírias, sem extravagancias, pela
indumentária que simbolizava o magistério, pela amizade, pelo respeito, pela
serenidade, por serem sonhadores, por terem como objetivo principal o “compartilhar”
e por amarem sua profissão.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Pai, começa o começo!
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia:
- “Pai, começa o começo!”.
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.
Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro
rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança.
Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.
O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.
(Autor desconhecido).
- “Pai, começa o começo!”.
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.
Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro
rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança.
Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.
O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.
(Autor desconhecido).
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Mudar - Edson Marques
Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!!
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Jingle - Varig
Há uma antiga lenda japonesa datada do período Muromashi (século XV) que um pescador chamado Urashima Taro salvou uma tartaruga de um grupo de rapazes que a estavam maltratando.
No dia seguinte, uma tartaruga enorme se aproximou dele e lhe disse que a pequena tartaruga que ele salvara era na verdade a filha do Imperador do Mar, que gostaria de vê-lo e agradecer-lhe. Ela permitiu que ele subisse em suas costas e, através de magia, fez surgir brânquias em Taro para que ele pudesse respirar debaixo d'água.
Assim pôde levá-lo a uma viagem para conhecer o fundo do mar e o palácio do rei-dragão. Lá o pescador se encontrou com o imperador e com > a sua filha, a pequena tartaruga, que agora estava transformada em uma > bonita princesa.
Taro ficou no palácio como hóspede de honra e muitas festas foram feitas em sua homenagem. Assim foram se passando os dias. Embora feliz nas águas marinhas, Urashima começou a sentir saudades de sua terra natal e de seus parentes, e pediu para voltar. Ao partir, recebeu da princesa uma arca de presente, com a promessa de que só a abrisse quando ficasse bem velho e de cabelos brancos.
Ao chegar em sua cidade não a reconheceu, pois estava tudo muito mudado. Ele não conseguiu reconhecer nenhuma das pessoas da vila, os lugares já não eram mais os mesmos.
Começou a perguntar se ninguém conhecia um pescador chamado Urashima Tarō. Algumas pessoas disseram que tinham ouvido falar de alguém com esse nome, que havia desaparecido no mar muitos anos atrás. Taro acabou descobrindo que haviam se passado trezentos anos desde o dia em que havia decidido ir ao fundo do mar.
Tomado de grande tristeza, foi para a beira do mar na esperança de reencontrar a tartaruga, mas desesperou-se porque esta demorava e acabou abrindo a caixa que a princesa lhe havia oferecido.
De dentro dela saiu uma nuvem de fumaça branca, que o envolveu. De repente, seu corpo tornou-se velho e enrugado, nasceu-lhe uma longa barba branca e suas costas curvaram-se com o peso de tantos anos. E do mar veio a voz doce e triste da princesa: "Eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estavam todos os seus anos …" A caixa continha a "eterna juventude" de Urashima Taro e o pescador, sem reconhecer seu valor, deixou-a ir-se para sempre.
O "JINGLE" DA VARIG - No final dos anos 60 a VARIG inaugurava sua rota do Brasil ao Japão e para comemorar, encomendaram ao notável "jinglista" ARCHIMEDES MESSINA que, baseado na lenda, fez uma adaptação genial e acabou se transformando num enorme sucesso e até hoje é um dos "jingles" mais tocados no Brasil em todos os tempos. A gravação ficou a cargo da "TARGET AUDIO", a produção ficou a cargo de "Eduardo Barros" e a voz é da cantora japonesa ROSA MIYAKE que naquela época fazia um sucesso enorme com o programa "Imagens do Japão" da Rede Record.
No dia seguinte, uma tartaruga enorme se aproximou dele e lhe disse que a pequena tartaruga que ele salvara era na verdade a filha do Imperador do Mar, que gostaria de vê-lo e agradecer-lhe. Ela permitiu que ele subisse em suas costas e, através de magia, fez surgir brânquias em Taro para que ele pudesse respirar debaixo d'água.
Assim pôde levá-lo a uma viagem para conhecer o fundo do mar e o palácio do rei-dragão. Lá o pescador se encontrou com o imperador e com > a sua filha, a pequena tartaruga, que agora estava transformada em uma > bonita princesa.
Taro ficou no palácio como hóspede de honra e muitas festas foram feitas em sua homenagem. Assim foram se passando os dias. Embora feliz nas águas marinhas, Urashima começou a sentir saudades de sua terra natal e de seus parentes, e pediu para voltar. Ao partir, recebeu da princesa uma arca de presente, com a promessa de que só a abrisse quando ficasse bem velho e de cabelos brancos.
Ao chegar em sua cidade não a reconheceu, pois estava tudo muito mudado. Ele não conseguiu reconhecer nenhuma das pessoas da vila, os lugares já não eram mais os mesmos.
Começou a perguntar se ninguém conhecia um pescador chamado Urashima Tarō. Algumas pessoas disseram que tinham ouvido falar de alguém com esse nome, que havia desaparecido no mar muitos anos atrás. Taro acabou descobrindo que haviam se passado trezentos anos desde o dia em que havia decidido ir ao fundo do mar.
Tomado de grande tristeza, foi para a beira do mar na esperança de reencontrar a tartaruga, mas desesperou-se porque esta demorava e acabou abrindo a caixa que a princesa lhe havia oferecido.
De dentro dela saiu uma nuvem de fumaça branca, que o envolveu. De repente, seu corpo tornou-se velho e enrugado, nasceu-lhe uma longa barba branca e suas costas curvaram-se com o peso de tantos anos. E do mar veio a voz doce e triste da princesa: "Eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estavam todos os seus anos …" A caixa continha a "eterna juventude" de Urashima Taro e o pescador, sem reconhecer seu valor, deixou-a ir-se para sempre.
O "JINGLE" DA VARIG - No final dos anos 60 a VARIG inaugurava sua rota do Brasil ao Japão e para comemorar, encomendaram ao notável "jinglista" ARCHIMEDES MESSINA que, baseado na lenda, fez uma adaptação genial e acabou se transformando num enorme sucesso e até hoje é um dos "jingles" mais tocados no Brasil em todos os tempos. A gravação ficou a cargo da "TARGET AUDIO", a produção ficou a cargo de "Eduardo Barros" e a voz é da cantora japonesa ROSA MIYAKE que naquela época fazia um sucesso enorme com o programa "Imagens do Japão" da Rede Record.
sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Velho na Estrada...
Um velho ia por uma estrada, montado num velho burro, conduzido pelo neto, um moleque de uns dez anos. Logo encontraram alguns lavradores, que mostraram indignação: “vejam, aquele velho explorando a criança”. Ele desceu, então, do burro, colocou o menino montado no animal e pôs-se a puxá-lo. Logo encontrou algumas comadres: “coitado desse velho... e, vejam – o garoto, tão novo, vai tão bem acomodado”. O velho refletiu um pouco, e resolveu montar o burro junto com o neto. Iam naquele passo modorrento que só os burros sabem imprimir, quando encontraram um padre que, indignado, esbravejou: “vocês não respeitam este quadrúpede, uma criatura de Deus?”.
Perplexo, o velho pensou, pensou e resolveu que ele e o neto revezariam, carregando o burro. E assim fizeram. Uns rapazes, que iam passando, começaram a atirar pedras nos dois e a rir, dizendo: “lá vão os burros de duas pernas, carregando o de quatro. ” Então ...
Vejam: poderíamos continuar a história, criando sempre novas situações que gerariam críticas, em torno dos três personagens. Por que, diante da solução clássica, ou da solução criativa, sempre haverá um crítico, para quem nenhuma solução é boa mas também, não consegue criar nenhuma. Um mesmo problema pode sugerir soluções diversas, mais ou menos criativas, mais simples ou mais complexas.
O importante para a solução é sua busca incansável, sem desânimos ou esmorecimento. É utilizar seus próprios recursos, ou observar os dos outros, para tentar adapta-los a suas necessidades. É refletir, refletir e refletir...
Penso que, na finalização de nosso curso, é necessário, enfim, concluir que não finalizamos nada. Ao contrário, deixamos em aberto, para ser continuada por vocês, pela vida afora, essa necessidade de investigar as coisas, brigar pelas idéias e perceber que para tudo há uma solução. Uma eterna busca, que gera crescimento interior e conseqüente energia criadora.
Como professor, considero-me satisfeito e realizado, por ter conseguido transmitir essa “angústia investigativa”que forja a essência dos pesquisadores. Pode parecer que não tenhamos chegado a lugar nenhum e afirmo que chegamos a todos. .A experiência é rica e a troca de energia manteve-se dentro do equilíbrio ideal...
Perplexo, o velho pensou, pensou e resolveu que ele e o neto revezariam, carregando o burro. E assim fizeram. Uns rapazes, que iam passando, começaram a atirar pedras nos dois e a rir, dizendo: “lá vão os burros de duas pernas, carregando o de quatro. ” Então ...
Vejam: poderíamos continuar a história, criando sempre novas situações que gerariam críticas, em torno dos três personagens. Por que, diante da solução clássica, ou da solução criativa, sempre haverá um crítico, para quem nenhuma solução é boa mas também, não consegue criar nenhuma. Um mesmo problema pode sugerir soluções diversas, mais ou menos criativas, mais simples ou mais complexas.
O importante para a solução é sua busca incansável, sem desânimos ou esmorecimento. É utilizar seus próprios recursos, ou observar os dos outros, para tentar adapta-los a suas necessidades. É refletir, refletir e refletir...
Penso que, na finalização de nosso curso, é necessário, enfim, concluir que não finalizamos nada. Ao contrário, deixamos em aberto, para ser continuada por vocês, pela vida afora, essa necessidade de investigar as coisas, brigar pelas idéias e perceber que para tudo há uma solução. Uma eterna busca, que gera crescimento interior e conseqüente energia criadora.
Como professor, considero-me satisfeito e realizado, por ter conseguido transmitir essa “angústia investigativa”que forja a essência dos pesquisadores. Pode parecer que não tenhamos chegado a lugar nenhum e afirmo que chegamos a todos. .A experiência é rica e a troca de energia manteve-se dentro do equilíbrio ideal...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Mulher Perfeitinha - Arnaldo Jabor
Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota- propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar,
tem a bunda dura?
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes.
Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
A. Escova toda manhã. A fulana acorda as seis da matina pra deixar
o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão. "Alisabel é que é legal". Burra.
B. Na moda: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar "desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto.
Credo.
C. Sorriso incessante: ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho - só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
D. Bunda dura. As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.
Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você.
Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão. Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda?
Meu Deus... Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra suas.
tem a bunda dura?
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes.
Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
A. Escova toda manhã. A fulana acorda as seis da matina pra deixar
o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão. "Alisabel é que é legal". Burra.
B. Na moda: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar "desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto.
Credo.
C. Sorriso incessante: ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho - só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
D. Bunda dura. As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.
Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você.
Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão. Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda?
Meu Deus... Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra suas.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Carta ao Professor - De Abaham Lincoln
Carta de Abraham Lincoln ao Professor do seu filho:
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
terça-feira, 28 de junho de 2011
Orgulho em ser brasileiro
O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL:
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos..
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc.... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!
Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e seorgulhar de ser BRASILEIRO!!
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos..
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc.... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!
Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e seorgulhar de ser BRASILEIRO!!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Família
O que significa a palavra "Família"?
Você tem consciência que,se morressemos amanhã, a empresa onde trabalhamos nos substituiria rapidamente? Mas a família que deixamos para trás, sentirá a nossa falta para o resto das suas vidas.
Pensando nisto, já que perdemos mais tempo com o trabalho do que com a família, parece um investimento muito pouco sensato, não acha?
Afinal, qual a moral da história? Você sabe o que significa a palavra Família em inglês?
'FAMILY' = (F) ATHER (A) ND (M)OTHER (I) (L) OVE (Y) OU - Pai e Mãe Eu Amo Vocês
Você tem consciência que,se morressemos amanhã, a empresa onde trabalhamos nos substituiria rapidamente? Mas a família que deixamos para trás, sentirá a nossa falta para o resto das suas vidas.
Pensando nisto, já que perdemos mais tempo com o trabalho do que com a família, parece um investimento muito pouco sensato, não acha?
Afinal, qual a moral da história? Você sabe o que significa a palavra Família em inglês?
'FAMILY' = (F) ATHER (A) ND (M)OTHER (I) (L) OVE (Y) OU - Pai e Mãe Eu Amo Vocês
terça-feira, 14 de junho de 2011
Novo Portal UniÍtalo. Um convite à participação
Celebramos o primeiro quadrimestre de 2011 com uma notícia que nos aproximará cada vez mais – o lançamento do novo Portal UniÍtalo. O www.italo.br, além de mostrar sua nova cara, estará mais informativo, dinâmico e interativo. A partir de agora, ficará ainda mais fácil acompanhar as notícias do campus, os últimos acontecimentos, assim como os eventos do calendário acadêmico.
Queremos mostrar quem são nossos talentos. E – vocês, Alunos e Alunas UniÍtalo – fazem parte desta comunidade. Queremos ter vocês em nosso portal não apenas como usuários, mas – principalmente – como fontes de boas notícias! Por isso, sua participação no portal é fundamental.
Assim, fica o convite: acessem o www.italo.br diariamente. Afinal, ele foi desenvolvido para vocês. Criamos também o e-mail portal@italo.br e esperamos mensagens, comentários, críticas, dicas e sugestões.
Em breve, nos vemos no novo Portal UniÍtalo.
Queremos mostrar quem são nossos talentos. E – vocês, Alunos e Alunas UniÍtalo – fazem parte desta comunidade. Queremos ter vocês em nosso portal não apenas como usuários, mas – principalmente – como fontes de boas notícias! Por isso, sua participação no portal é fundamental.
Assim, fica o convite: acessem o www.italo.br diariamente. Afinal, ele foi desenvolvido para vocês. Criamos também o e-mail portal@italo.br e esperamos mensagens, comentários, críticas, dicas e sugestões.
Em breve, nos vemos no novo Portal UniÍtalo.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Carta de Abraham Lincoln ao Professor de seu filho:
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Paradoxo do Nosso Tempo
Hoje temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos. Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos. Gastamos mais, mas temos menos. Nós compramos mais, mas desfrutamos menos. Temos casas maiores e famílias menores. Mais conhecimento e menos poder de julgamento. Mais medicina, mas menos saúde. Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária,
rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente. Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais... Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade. Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo, lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.
Ame! Ame intensamente e viva melhor.
Fonte: Rádio Jovem Pan
quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
30 Anos de Casado, por Arnaldo Jabor
Meus Amigos separados não cansam de perguntar como
consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher... As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.
Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.
Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.
Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna.
Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo.
Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.
De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar?
Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento.
Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo.
Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.
Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação.
Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.
Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.
Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento" nem ela deveria ser almejada.
O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto.
Todo o cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, ter interesse por coisas que jamais teria pensado em fazer no início do casamento.
Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família.
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.
Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Acreditar e Agir
Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem com bastante idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo, seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras: num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino que era a outra margem.
Então, o barqueiro, disse ao viajante: esse ponto se chama auto confiança. É preciso ACREDITAR e AGIR para que possamos alcança-la.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem com bastante idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo, seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras: num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino que era a outra margem.
Então, o barqueiro, disse ao viajante: esse ponto se chama auto confiança. É preciso ACREDITAR e AGIR para que possamos alcança-la.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Deus Existe?
Alemanha Inicio do século 20 Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo o que existe?” Um aluno respondeu valentemente: “Sim, Ele criou.” “Deus criou tudo?” Perguntou novamente o professor. “Sim senhor”, respondeu o jovem. O professor respondeu, “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?” O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito. Outro estudante levantou a mão e disse: “Posso fazer uma pergunta, professor?” “Lógico.” Foi a resposta do professor. O jovem ficou de pé e perguntou: “Professor, o frio existe?” “Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?” O rapaz respondeu: “De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor” “E, existe a escuridão?” Continuou o estudante. O professor respondeu: “Existe.” O estudante respondeu: “Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente” Finalmente, o jovem perguntou ao professor: “Senhor, o mal existe?” O professor respondeu: “Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.” E o estudante respondeu: “O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.” Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome? E ele respondeu: “ALBERT EINSTEIN.”
terça-feira, 17 de maio de 2011
Por que gritamos?
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
-Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
-Gritamos porque perdemos a calma. - disse um deles.
-Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao nosso lado? Questionou novamente o pensador.
-Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, respondeu outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: - Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu: -Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para diminuir esta distância precisam parar de gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos os seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo: -Quando discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
-Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
-Gritamos porque perdemos a calma. - disse um deles.
-Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao nosso lado? Questionou novamente o pensador.
-Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, respondeu outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: - Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu: -Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para diminuir esta distância precisam parar de gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos os seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo: -Quando discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Curto, belo e sábio
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
-Onde estão seus móveis? - Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, olhou ao seu redor e perguntou também:
-E onde estão os seus...?
-Os meus...? -Surpeendeu-se o turista. -Mas estou aqui só de passagem!
-Eu também... - Concluiu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de serem felizes.
Não somos seres humanos passando por uma experiência espitirual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
-Onde estão seus móveis? - Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, olhou ao seu redor e perguntou também:
-E onde estão os seus...?
-Os meus...? -Surpeendeu-se o turista. -Mas estou aqui só de passagem!
-Eu também... - Concluiu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de serem felizes.
Não somos seres humanos passando por uma experiência espitirual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Ouvir a Deus
(Paulo M. Ramalho)
Gostaria de falar esta semana sobre um tema importante que é aprender a ouvir a Deus.
Gostaria de falar esta semana sobre um tema importante que é aprender a ouvir a Deus.
Não há questão mais importante na relação com Deus do que esta: ouvi-lo! Se não soubermos ouvi-lo:
- nunca seremos guiados por Ele;
- nossa relação com Ele ficará manca, só de um lado: do nosso lado para Ele;
- nunca o amaremos de verdade, pois o amor supõe o diálogo, a sintonia.
Para aprender a ouvi-lo é importantíssimo saber como Deus fala conosco. E, como vocês já perceberam, Deus não nos fala como muitos gostariam, enviando um anjo para nos dizer qual é a sua vontade.
Deus nos fala de um modo que é de uma imensa sabedoria: nos fala “inspirando a nossa consciência, soprando na nossa consciência”.
Alguns se espantam quando ouvem dizer que Deus nos fala deste modo tão simples.
Mas nós não devemos nos espantar, pois como falei, este modo de falar de Deus é de uma imensa sabedoria!!!
É de uma imensa sabedoria, pois:
- Deus é simples e quer falar para as pessoas simples;
- Deus é delicado e não quer forçar nada a ninguém. Se Ele aparecesse para nos dizer as coisas, ou se enviasse um anjo para nos comunicar a sua vontade,seríamos como que “forçados” a seguir os seus conselhos. Deus não quer isto. Deus quer respeitar totalmente nossa liberdade;
- Deus quer sempre provar a nossa confiança. E prova a nossa confiança quando a sua manifestação é quase invisível, como é o caso, por exemplo, de quando Ele fala conosco. Ele fala por algo quase invisível: pelo sussurro, sussurrando a sua vontade na nossa consciência.
Portanto, Deus nos fala inspirando a nossa consciência, sussurrando na nossa consciência!!!
Alguém, neste momento, poderá dizer: se Deus fala deste modo tão simples,
inspirando a nossa consciência, como eu sei se o que vem na minha consciência é fruto do meu pensamento ou é fruto da inspiração divina?
Esta é uma questão fundamental e a sua resposta é muito simples:
- toda vez que nos pomos na presença de Deus e perguntamos algo a Ele, toda inspiração boa que vem neste momento vem de Deus.
É com esta simplicidade que Deus nos fala!!! Costumo dizer que. Lembrando o velho refrão, “para bom entendedor, meia palavra basta!”
Deus é assim: é simples! Não complica as coisas. Nós é que costumamos complicar as coisas. Deus fala na simplicidade e as pessoas simples o ouvem.
Façamos a experiência de falar com Deus e ouvi-lo. Assim teremos, a partir de agora, um Mestre maravilhoso para a nossa vida. O melhor de todos os mestres!!! E além de tudo, começaremos a amá-lo de verdade, com ida e volta: falando para Ele e escutando tudo o que tem para nos dizer.
Façamos a experiência de falar com Deus e ouvi-lo não só em alguns momentos do dia, mas o dia inteiro. Assim o nosso dia se encherá de um profundo Amor e uma profunda Paz.
Uma santa semana a todos!
Pe. Paulo M. Ramalho
(email para comentário: falar.paulo@gmail.com)
Sacerdote ordenado em 1993. Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP, doutor em Filosofia pela Pontificia Università della Santa Croce, capelão do IICS - Instituto Internacional de Ciências Sociais. Atende direção espiritual na Igreja de São Gabriel em São Paulo.
Assinar:
Comentários (Atom)

